fonte: www.erikapalomino.com.br

Os fãs brasileiros de Madonna podem se animar!!! Ao que tudo indica, os boatos de um possível show da cantora no país vão se confirmar. As informações são oficiais do madonna.com, que não fala em Brasil (ainda!), mas dá bem a entender que o país está no mapa.

A turnê mundial de “Hard Candy”, a “Sticky & Sweet Tour”, vai começar em 23 de agosto em Cardiff, no País de Gales, com paradas nas principais capitais européis em setembro, nos EUA em outubro, e no México e América do Sul até fim do ano. No texto, seu agente Guy Oseary e o presidente da Live Nation, Arthur Fogel, afirmam ainda que a cantora vai se apresentar em países onde não pisa há 15 anos, caso do Brasil e da Argentina, que viram seu “The Girlie Show” em 1993. 

Os shows vão acontecer em grandes estádios e arenas, com direção geral de Jamie King (parceiro de longa data de Madonna) e direção musical de Kevin Antunes.  Ah! As datas certas e sites de venda de ingressos no México e América do Sul serão anunciados mais pra frente. 

 

O Jornalista e Produtor de Moda Marcelo Oliveira arrasa mais uma vez em editorial bombado.

Intitulado “Artsy”, as fotos foram clicadas no MACC - Museu de Arte Contemporânea de Campinas.

Com beaty de Tandi Steinle e fotos de Tácito, o clima é ultra fashion, moderno e desperta a vontade up-wearing do momento.

O editorial foi publicado na edição de n°34 da revista exclusiva “Residenciais”.  

Arrasa!

 

Acho que é isso mesmo.

Acabei de ver uma solicitação no meu Orkut intitulada: “Proj Alternativo pra Galerinha!”.

Então, vai ser dia 20 de junho, na Pride mesmo. A entourage toda do Informal aporta lá com o line-up bacana de sempre: Prof. Alcides (ele não ia embora?), Mo´Ma e Super-Doppa DJ Julian arrasando no electro!

Além disso - que não é pouco - vai ter Suspenção, exposição e o fanzine Descontrole.

É, gostei de ver. Parece que projetos alternativos assim, haja vista a “Ursound” no Divino acabam por renovar um pouco a cena GLS atual em Campinas, tão carente de informações e novidades.

Vamos ver o público de lá, como encara essa, afinal, é pop-pop-pop.

Bacana!

Agende-se

Ultra Pride - Projeto Alternativo

Data: 20/06/2008

Hora: 22h

Quanto: R$10,00

Local: Pride Club - Rua Francisco Teodoro, 374, Vila Industrial, Campinas - SP

 

fonte: ww.erikapalomino.com.br

O Tetine, formado por Bruno Verner e Eliete Mejorado, acaba de lançar um novo álbum, “Let the X’s Be Y’s”, pela Soul Jazz Records inglesa.

Uma das faixas inéditas, “Entertainment No 249″, já anima o YouTube com um vídeo gravado na cobertura de um prédio em Londres, com objetos tipo cadeira, mesa, rádio e até uma churrasqueira em volta dos intrumento utilizados por eles. A música é bem fofinha, indie com guitarrinha e bateria conduzindo. 

Outro destaque do álbum, disponível para audição no myspace.com/tetine, é “What A Gift To Get”, que tem pegada electro e tecladinhos. Tem ainda ”Everything Must Die”, com mais elementos eletrônicos, tipo disco viajandão.

Confira o tracklist de “Let the X Be X”

1. “I Go To The Doctor”
2. “Eu To Aberta”
3. “Let The X Be X”
4.
“Melô Do Carrão”
5. “Olha Ela De Novo”
6. “You’re The One”
7. “Everything Must Die”
8. “A História Da Garça”
9. “Men In Uniform”
10. “Entertainment No 249″
11. “Ai Amor/Me So Horny”
12. “What A Gift To Get”
13. “Russian Roulette”
14. “Mata Hari Voodoo”
15. “I Go To The Doctor”

Confira as seguir o clipe de “ENTERTAINMENT N249″

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O Jornalista e Produtor de Moda Jorge Marcelo Oliveira sempre foi uma pessoa digamos que “polêmica”. Resumidamente, superficialmente, várias pessoas podem classificá-lo assim: “polêmico”. Para quem de fato o conhece, a palavra “polêmica” é a que menos o representa, talvez, apenas uma das características de um amigo há mais de 10 anos, excelente profissional, humor ímpar, alma gêmea, romântico, hype, e por aí vai…

Com produções bombadas para editorias e um blog influente sobre o mercado de moda e cultura de Campinas e Região – “Mondo Moda”, Marcelo Oliveira pode ser classificado hoje como um dos mais conceituados profissionais de moda de Campinas.

Aqui, Marcelo participa de mais uma entrevista básica e gonga Kate Moss - uó, detona jeans, tênis sujo e camiseta (me detona, então tá!) e mostra apenas uma parte de seu conhecimento sobre o assunto mais em voga atualmente: a MODA.

NLDJ - O que é Moda?
JMO - História da humanidade através de roupa, comportamento, cultura e outras questões que estão em mudança. Além da semântica, moda é uma rica indústria, que emprega milhares de pessoas, nos mais variados setores.
 
NLDJ - Podemos dizer que já temos uma identidade de moda no Brasil ou tudo não passa de um grande circo?
JMO - Existe uma confusão com a palavra identidade. Todo país, por mais colonizado que seja, tem uma cara – nem que seja das “cópias”. Assim, claro que o Brasil tem uma identidade de moda, assim como outros países. Erramos em acreditar que o país se limite apenas ao circuito São Paulo e Rio de Janeiro. Temos referências de moda fortíssimas em outros estados. Vide o recém criado Dragão Fashion, que aconteceu no começo de Abril em Fortaleza. O evento mostrou a produção de moda de grifes da região nordestina, com criatividade e talento. Pensar o Brasil como uma identidade única de moda é limitar nosso potencial.
 
NLDJ - É possível se vestir bem e gastar pouco?
JMO - Claro que é possível. Com a quantidade de informações disponíveis em variados meios de comunicação, principalmente pela internet e televisão, as pessoas estão mais próximas a acertar do que a errar. Esta democracia de moda nem sempre é bem aceita pelos conservadores, que acreditam que apenas o que vem de Paris e Milão é o que importa (pensamento equivocado).
Na realidade, no mundo contemporâneo, os magazines estão cada vez mais antenados como as tendências – vide a C&A e a Zara (que para mim vendem o mesmo produto, apenas com layouts diferentes). Elas se tornaram referência de moda para a classe média C e B. Claro que o produto oferecido nem sempre é de qualidade, incluindo acabamento e corte mal feito. Contudo, se a idéia é consumo rápido das tendências de cada estação, os magazines oferecem exatamente o que se procura: fast-food de moda.
 
NLDJ - Na sua opinião, quais marcas e estilistas que se fato se destacam no mercado nacional e internacional?
JMO - Nacional: Lenny, Alexandre Herschcovitch (feminino), Lino Villaventura, Ronaldo Fraga, Ricardo Almeida, Animale, Richard’s e Hering.
Internacional: Balenciaga by Nicolas Ghesquiere é a marca mais importante desta década. Depois vem Christin Dior by John Galliano, Prada, Louis Vuitton by Marc Jacobs, Giorgio Armani (seu masculino é imbatível), Viktor & Rolf, Elie Saab (os vestidos de noite mais lindos do momento), Alexander McQueen e Chanel by Karl Lagerfeld (apesar da falta de vigor da marca faz alguns anos, ainda é uma referência). 
 
NLDJ - O que vc acha do Marc Jacobs?
JMO - Seu trabalho na Louis Vuitton é incrível. Transformou a grife em objeto de culto e uma das mais fortes internacionalmente. Nem sempre ele acerta, mas sem dúvida, é um dos mais vigorosos estilistas desta década.
 
NLDJ - Gisele ou Kate?
JMO - Para ser sincero, nenhuma. Falar que ambas são ícones fashion é chover no molhado. Contudo, o visual da Gisele já cansou faz anos – aquele pikumã… Quanto a Kate Moss… Ela tem uma vida privada deplorável. Não acredito que uma viciada em drogas seja “modelo” de coisa boa para ninguém. Ela parou nos anos 90 e ficou!
 
NLDJ - Alta Costura, Mercado de Luxo ou Magazine Fashion?
JMO - Alta Costura é um mundo para pouquíssimas felizardas do universo. Hoje existem 2000 clientes no mundo todo, destas, apenas 200 consomem anualmente o que é produzido na Alta Costura – sendo que metade são princesas árabes e o resto de milionárias americanas.
O mercado do luxo é o desejo de todos que têm conhecimento de moda. Como a Alta Costura é um mundo exclusivo e inatingível, ficamos com os óculos, bolsas, cintos, carteiras, perfumes… Seria uma forma de ter um pedacinho daquilo que todos sonhamos.
Magazine Fashion? Se não for possível conseguir itens do mercado de luxo, pelo menos, as revistas continuam alimentando o desejo e o sonho. 
 
NLDJ - Gay se veste bem?
JMO - Depende de qual gay você está se referindo. Tudo depende do grau de informação que ele tenha. Falar de moda segmentada é muito complicado. Primeiro que, assim como héteros, existe uma enorme diversidade de gays e lésbicas. Cada um tem uma história, educação e cultura. Outros pontos que merecem atenção dizem respeito a localização. Gays de cidades grandes se vestem de uma forma que os de cidades menores jamais se vestiriam, principalmente por causa das pressões familiares e sociais. O mesmo vale para as lésbicas. Outro ponto – talvez, o mais importante - é relação com sua sexualidade. Gente bem resolvida e sem conflitos usam o que querem, sem se preocupar com a opinião deste ou daquele. Contudo, sabemos que as coisas não são muito fáceis para a grande maioria de gays e lésbicas deste país. De qualquer forma, importante entender que, moda tem forte relação entre a roupa e a história. Elas estão interligadas e não é possível separa-las. Entender os mecanismos sociais de uma roupa é entender a evolução do homem em sociedade.
Sem querer ser maldoso, mas inevitável de ser, de todos os gays que eu já encontrei, os mais mal-vestidos são militantes. Todos usam camiseta com alguma mensagem política, mas insistem em afirmar que “moda é coisa da elite e de gente alienada”. O que é uma grande hipocrisia, afinal, eles usam a moda como instrumento de contestação, mas não tem discernimento para ver isto. Sem contar aqueles que usam paletó mostarda, camisa com gola Mao, calça vermelha e sandália com meia branca e acham que isto é o máximo no quesito “estilo”.
 
NLDJ - O que é cafona para vc?
JMO - Tanta coisa é cafona… Pessoas que não entendem seu corpo e sua idade, acreditando, mesmo depois dos 25 anos, usar apenas camiseta, calça jeans e tênis sujo garantem sua juventude eterna. Excessos, grifes badaladas da cabeça aos pés, sapato, bolsa e bijuterias combinando, perfume de inverno no verão, meia branca com sapato preto ou marrom… E a Psy Boot – é a coisa mais FEIA que alguém um dia criou na face da Terra deste milênio.
 
NLDJ - O que é hype?
JMO - Camisa branca de manga é a peça mais hype do universo. Raramente alguém erra ao escolher esta peça. Para as mulheres, calças de cintura alta, saia lápis, cinto fininho e scarpin. Para os homens… Sapato limpo, engraxado e com meia no tom do calçado é imbatível!
Clique no link abaixo e confira o blog “Mondo Moda”.
http://mondomoda.zip.net

 

fonte: www.erikapalomino.com.br 

Quem nunca dançou e foi feliz numa pista ao som de Donna Summer? A diva da disco agora ressurge em um álbum repleto de músicas inéditas, “Crayons” 17 anos depois de seu último lançamento, “Mistaken Identity”, de 1991. 

Com 12 faixas e colaboração dos produtores Greg Kurstin (Lily Allen e Pink) e JR Rotem (Rihanna) “Crayons” deve chegar às lojas em 20 de maio. Ziggy Marley também participa do CD e na faixa título. O que é o carão dela na capa?! Tipo incrível! 

O primeiro single, “Stamp Your Feet”, tem um batidão pop e bem hip hop, lembra a voz da Cher num primeiro momento, mas a música é bacana. Outra faixa do álbum, “Drivin’ Down Brazil”, parece ter sido composta no país. Thah? 

Donna Summer se consagrou nos anos 70 trabalhando com o produtor báfu Giorgio Moroder e emprestando sua voz a hinos, como ”I Feel Love”, “Last Dance” e ” Hot Stuff”.  Confira a lista de faixas de “Crayons” a seguir

1. “Stamp Your Feet”
2. “Mr. Music”
3. “Crayons featuring Ziggy Marley”
4. “The Queen is Back”
5. “Run With It”
6. “Sand On My Feet”
7. “Drivin’ Down
Brazil
8. “I’m A Fire”
9. “Slide Over Backwards”
10. “Science of Love”
11. “Be Myself Again”
12.
“Bring Down The Reign”

 

Semana curta com feriadão na quinta e na véspera, o Clube Glória em Sampa, um dos mais bacanas e babados atualmente apresenta uma edição especial da festa CREW com muito electro, eletrorock, maximal, disco-punk, pop que resulta em uma noite explosiva que faz a pista tremer!


Nesta edição, que não tem hora para acabar, a festa trará dois convidados especiais para aumentar ainda mais o line-up generoso da Crew: o DJ inglês Fisk e a banda de eletro Montage – já se apresentou no Informal em CPS, que acaba de retornar de turnê na América Latina com muito fôlego e novidades.

Os residentes que tocam na noite são Tchiello K., Roots Rock Revolution, Killer on the Dancefloor, Database, Fabrizio Martinelli, Rebel DJs (Lalai & Fabilipo), Gil Barbara e Zegon 

 

Crooss Dresser – tipo Crew mesmo. Se joga na criativity é o que importa…

Crew @ Gloria
30.04 - quarta-feira - a partir das 23h59
Clube Glória - Rua 13 de Maio, 830 - Bela Vista – São Paulo/SP

$35 porta
$15 flyer ou lista - lalai@in-finita.comm (enviar até às 18h de quarta-feira com LISTA CREW no assunto) 

 

“Heartbet”: uma das faixas mais bacanas de “Hard Candy”, que pelo contrário, ná é só gongação.

Produzida por Parrell, dá para cantar, dá para dançar, fazer carão e boquita. O refrão gruda na cabeça, lembra tipo os early years, que a gente gosta sempre!

Ouça e aprenda a cantar, se adiante na coreô, no shortinho e se joga no rebolado, pois quando soltar na pista, vc já vai estar pronta!

Ready for Anything!

Heartbeat - Hard Candy

On any given night
Catch me on the floor
Working up the sweat
That’s what music is for
I’d rather not explain
For me it’s just usual

You can catch me poppin’ like (Once I get going I am gone)
Dropin’ like
Ain’t no stoppin’ like
Are you watchin’ like
You can catch me poppin’ like (I keep it going all night long)
Dropin’ like
Ain’t no stoppin’ like
Are you watching like


You know I feel it in my heartbeat
It may feel old to you but to me it feels new
You know I feel it in my heartbeat
Don’t you know, can’t you see, when I dance I feel free
Which makes me feel like the only one
The only one
That the light shines on

Pharrell: Hey!

This complicated life
I tried to do my best
I always tell myself
It’s all just a test
For me it’s an escape
For dancing makes you beautiful

Pharrell: Come on

And they can’t pretend (Once I am moving I’m alright)
It’s remembering
Let the music play
Are you watchin’ like
You can catch me poppin’ like (I keep on dancing to the night)
Each and every night
Let the music play
‘Cause I’m hear to stay

You know I feel it in my heartbeat
It may feel old to you but to me it feels new (Come on)
You know I feel it in my heartbeat
Don’t you know, can’t you see, when I dance I feel free
Which makes me feel like the only one (The only one, the only one)
The only one
That the light shines on (Oh)

Pharrell: Hey

See my booty get down like (Oh)
See my booty get down like (Come on, oh)
See my booty get down like (Lower uh)
See my booty get down like (Little lower baby oh)
Get down (Oh)
Put that booty, get down (Oh)
See my booty get down like

You probably think I’m crazy
I don’t want you to save me
Don’t mean to disappoint you
I’d never felt so free
If you could stand in shoes
Then you would feel my heartbeat too

You can catch me poppin’ like (Once I am moving I’m alright)
Dropin’ like
Ain’t no stoppin’ like
Are you watchin’ like
You can catch me poppin’ like (I can keep on going through the night)
Dropin’ like
Ain’t no stoppin’ like
Are you watching like

You know I feel it in my heartbeat
It may feel old to you but to me it feels new
You know I feel it in my heartbeat
Don’t you know, can’t you see, when I dance I feel free

Which makes me feel it in my heartbeat (The only one, the only one)
It may feel old to you but to me it feels new
You know I feel it in my heartbeat
Don’t you know, can’t you see, when I dance I feel free
Which makes me feel the only one
The only one
That the light shines on

Pharrell: Girl!

Pharrell: M-Dolla, M-Dolla 

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Festa que é festa, club que é club, bar que é bar tem que ter um flyer bacana, de visú de arrasar e principalmente, chamar a atenção do públido e despertar o desejo incondicional de se jogar.

Antes era comum ver isso por aí, mas hoje em dia tá bem difícil, viu? Numa época cheguei a colecionar flyers de festas e casas, tipo o funzine-flyer da “Abdusida”, os clássicos das edições da “Rebolado” em Sampa, entre outros…

Hoje em dia vejo um flyer e me dá vontade de rir…Será que falta criatividade dos envolvidos, quebra de comodismo ou de fato profissionais que saquem a parada toda?

O flyer abaixo é da label gringa “Bambina” que prega ainda o hedonismo na noite londrina e o despertar clubbing que todo mundo merece…

E para não dizerem que tenho achiques gringos, uma versão mais pop para provar que é possível fazer coisa boa, como este flyer da GaAS de Curtitiba, também é muito bacana!

Jodie Harsh é a drag-queen sensação do momento da noite de Londres. Auto-intitulada “a verdadeira Rainha da Inglaterra”, Jodie é ex-estudante do London College of Fashion, tem apenas 24 anos e é sucesso absoluto entre os fashionistas e frequentadores da noite.  Promoter de duas noites fixas, “Circus” e “Foreing!”, no bombado East End londrino, a gata ainda faz as vezes de DJ em várias festas e eventos de moda. Ela, que se monta há apenas cinco anos, já fotografou para “i-D”, “Pop” e “Gazelland Magazine“. É também figurinha fácil em programas televisivos e revistas de fofoca. Adorada pelas celebrities, entre elas a cantora Kelly Osbourne, é dona de estilo próprio e define o seu visual como “uma mistura de palhaço com a boneca Bratz”.

Louca por moda, as peças favoritas do seu guarda-roupa de montação são uma jaqueta de couro Vivienne Westwood e um macacão de paetês dourados de Alexander McQueen.  Será a volta da Era de Ouro das drag-queens? Talvez apenas uma boa sugestão para uma mudança na mentalidade da Cena, já que atualmente o povo anda meio cansado de show. De fato um retorno aos 90´s quando as drags não estavam restritas apenas aos palcos, mas sim, faziam parte do hedonismo da noite no sentido de entreter o público e ferver junto ao mesmo, alí na entrada, na pista, no banheiro e onde quer que fosse. Tempo em que a noite era feita pela drag e não para a drag-queen. E  a propósito, por que a drag tem que estar restrita somente aos palcos?

Nos dias de hoje, com tanta informação e acesso, não seria um processo natural este, de pura transformação?

Que Jodie determine de fato o retorno das drags, mas de forma renovada, sem saudosismos de brilho de palco. Quem sabe um novo conceito tipo starlet-queen? É mais glamour, conceito e mais hype para o momento.

Confira aqui o Myspace e o site de Jodie Harsh.  

 

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